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Maionese conspiratória
Postado por Mauro Malin em 3/10/2006
Alguns críticos da mídia, à frente o presidente da República e correligionários dele, “viajaram na maionese” de uma teoria conspiratória sobre o papel da imprensa no processo político brasileiro. O presidente-candidato Lula fez um recuo tático, mas há muita gente que ainda não captou esse sinal.
Quem apóia Lula e busca a vitória no segundo turno faria melhor em entender a lógica do candidato. Ele é mais inteligente do que muitos dos que o cercam, senão todos. Quem viu o filme Entreatos, infelizmente retirado de circulação por seu diretor, João Moreira Salles, tem uma percepção nítida disso.
É claro que a mídia influi. Ela é uma força política. É até mais. É uma instância de poder não eleita. É claro que tem preferências e joga de acordo com essas preferências. Feliz ou infelizmente, não as explicita com a devida clareza, quando as explicita.
Postado por Mauro Malin em 3/10/2006
Alguns críticos da mídia, à frente o presidente da República e correligionários dele, “viajaram na maionese” de uma teoria conspiratória sobre o papel da imprensa no processo político brasileiro. O presidente-candidato Lula fez um recuo tático, mas há muita gente que ainda não captou esse sinal.
Quem apóia Lula e busca a vitória no segundo turno faria melhor em entender a lógica do candidato. Ele é mais inteligente do que muitos dos que o cercam, senão todos. Quem viu o filme Entreatos, infelizmente retirado de circulação por seu diretor, João Moreira Salles, tem uma percepção nítida disso.
É claro que a mídia influi. Ela é uma força política. É até mais. É uma instância de poder não eleita. É claro que tem preferências e joga de acordo com essas preferências. Feliz ou infelizmente, não as explicita com a devida clareza, quando as explicita.

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